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INTERAÇÃO E AGENDA
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Mini-Curso Ética Ambiental do II Seminário para Ecocidades nas Vertentes
Mini-Curso ÉTICA AMBIENTAL Data: Dia 09 de Novembro de 2007 - De 19:30h às 22:30h
Local: Teatro Santo Antônio
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ACESSE AQUI OS SLIDES APRESENTADOS NO CURSO POR PEDRO H.S. PEREIRA
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FAÇA O DOWNLOAD AQUI DO VÍDEO (arquivo .WMV - Window Media Player com 9.8 Mbytes) ELABORADO POR PEDRO H.S. PEREIRA E APRESENTADO NO MINI-CURSO ÉTICA AMBIENTAL SOBRE SANEAMENTO EM SÃO JOÃO DEL-REI
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| Ministrante: |
Ac. Pedro H. S. Pereira (Filosofia- UFSJ/ Direito- IPTAN);
Membro do Corpo Diretor do Diretório Central dos Estudantes da UFSJ
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| Ementa: |
Introdução. Ética e Moral Ambientais. Pela derrocada do individualismo e predatorismo ambiental: o homem como parte da coabitação. Como lidar com o capitalismo: desequilíbrio ambiental e consumismo- questões a serem amplamente debatidas. Escassez da água e aquecimento global: ainda há retorno? Como a tecnologia pode ser arma de conscientização dos povos: da simples contribuição à reversão de sua utilidade capitalística. Considerações finais: diantes do fim do mundo ou passíveis de retorno?
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| Objetivos: |
- Propiciar aos cursandos, a compreensão de que não basta o conhecimento dos problemas ambientais presentes na atualidade; para além disso, é imprescindível a mobilização e compreensão de que o "faça a sua parte", deve se tornar preceito globalmente seguido.
- Elucidar o conceito de Ética Ambiental, propiciando uma contextualização com a realidade cotidiana, e parâmetros a serem impostos imediatamente para a hipotética retomada da harmonia ambiental.
- Ressaltar a compreensão de que o homem está acelerando seu próprio fim, e matando o futuro da própria descendência, com fulcro na conscientização de que o problema não afeta apenas uma minoria.
- Secularização do conceito de co-habitação, para que a humanidade aprenda a se considerar tanto quanto igual as demais espécies da biodiversidade.
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| Resumo: |
A ação depredatória do homem no ambiente tem seguido proporcionalmente ao avanço da tecnologia e crescimento das economias capitalistas no mundo todo, que apenas despertam os indivíduos para a ânsia consumista e insaciável, deixando de lado a cientificação acerca da mazela ambiental. Mesmo com a realização de encontros e conferências mundiais como a ECO 92 realizada no Rio de Janeiro, as sociedades ainda não conseguiram se impor limitações mínimas com vistas à manutenção da e para a posteridade. O consumo e degradação continuam superiores ao que o planeta Terra poderia em tese suportar, e reflexos como o aquecimento global e desequilíbrio dos ecossistemas já fazem parte do cotidiano de todas as nações. O que fazer? Como efetivamente encontrar soluções? Para além das normas e leis com intuito de resguardar fatores mínimos da degradação ambiental, é necessária uma conscientização plena e universal acerca dos fatos. Talvez apenas assim, concomitantemente à mobilização em massa, fundamente-se de forma secular, uma Ética Ambiental que considere o homem em sua coabitação com as demais espécies que fazem parte do bioma terrestre, e jamais como superior à totalidade. |
| Sugestões de Leitura: |
ANTUNES. Paulo de Bessa. Direito Ambiental. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2001. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. FARINHA, Renato. Sinopse de Direito Ambiental. São Paulo: Edijur, 2007. MACHADO. Paulo Affonso Leme. Direito Ambiental Brasileiro. São Paulo: Malheiros, 2001. MILARÉ, Edis. Direito do Ambiente. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004. MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional. São Paulo: Atlas, 2006. NALINI. José Renato. Ética Ambiental. Campinas: Minlennium, 2001. SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. São Paulo: Malheiros, 1998. |
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