|
|
ECOCIDADES
|
 |
|
| | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | |
|
|
SERRA DO LENHEIRO
|
 |
|
| | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | |
|
|
PROEXT MEC CIDADES
|
 |
|
| | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | |
|
|
INTERAÇÃO E AGENDA
|
 |
|
| | | | | | | | | | | | | | |
|
|
Mini-Curso Cidades Sustentáveis no II Seminário para Ecocidades nas Vertentes
Mini-Curso CIDADES SUSTENTÁVEIS Data: Dia 09 de Novembro de 2007 - De 08:30h às 11:30h
Local: Teatro Santo Antônio
|
-
ACESSE AQUI OS SLIDES CIDADES SUSTENTÁVEIS APRESENTADOS NO CURSO E ELABORADOS POR Patricia Almeida Ashley
-
ACESSE AQUI OS SLIDES "CARTA ESCRITA NO ANO DE 2070" APRESENTADOS NO CURSO E ELABORADOS POR Ria Slides e disponíveis publicamente na internet
|
| Ministrante: |
Profa. Dra. Patrícia Almeida Ashley - Professora Adjunta - DECAC/UFSJ - Líder da Rede de Educação e Pesquisa em Mercados Responsáveis
Representante da UFSJ no Grupo Executivo Parque Serra do Lenheiro e Membro Efetivo representando a UFSJ no Conselho Municipal da Cidade
|
| Ementa: |
Introdução. O conceito de sustentabilidade e os fatores contribuintes para a emergência da ação pela sustentabilidade. As contradições como elementos integrados da transformação dos espaços. Os sujeitos de uma cidade e suas responsabilidades. A difusão da sustentabilidade territorial nas ações governamentais, nos projetos empresariais, nos processos de construção e proteção de uma cidade, na economia das relações de produção e consumo. Os elementos a serem considerados em processos decisórios coletivos que contribuam para cidades sustentáveis. A ação organizada entre o público e o privado, entre o individual e o coletivo. O papel da formação profissional e educação para a sustentabilidade.
|
| Objetivos: |
- Propiciar, aos cursandos, a reflexão sobre o conceito de cidades sustentáveis e as implicações sobre o planejamento e gestão municipal.
- Apresentar aspectos sociológicos, econômicos e ambientais que apontam os sujeitos de uma cidade e suas responsabilidades, desde a pessoa física às pessoas jurídicas e instituições
- Apontar as questões locais a serem objeto de ação e transformação pelos sujeitos de uma cidade, de um territóriol.
- Apontar diretrizes para o processo decisório que contemple a noção de cidades sustentáveis como parâmetro para a ação coletiva dos sujeitos de uma cidade.
|
| Resumo: |
A situação dos espaços urbanos e rurais nos municípios diante da possibilidade de degradação ambiental, desigualdades econômicas e insegurança social requer um compartilhamento de responsabilidades socioambientais e econômicas de todos os agentes públicos, privados e da sociedade civil, passando pelo desenho participativo de ações governamentais, de políticas de gestão empresarial e de coordenação e solidariedade de organizações da sociedade civil, apoiados pela mídia, universidades, escolas, igrejas e agentes políticos que representam a sociedade no Poder Legislativo. A produção sustentável, o consumo sustentável, a habitação sustentável, o transporte sustentável, os empreendimentos econômicos das empresas a partir da sustentabilidade como critério de decisão e de compras empresariais, de contratação e gestão de relações e ambientes de trabalho, as parceriais público-privadas para proteção social e ambiental, além de planejamento e gestão territorial dos programas de ação governamental precisam ser compreendidos na prática do cotidiano municipal. O conceito de cidades sustentáveis torna a todos sujeitos da história de um município, de um território, gerando a integração das responsabilidades do impacto social, econômico e ambiental das ações que cada sujeito pessoa física, grupo familiar ou de amigos, organizações públicas, empresas e da sociedade civil. Serão apontadas diretrizes para os agentes de um município conduzirem o processo decisório diante da necessidade de sustentabilidade territorial de cidades.
|
| Sugestões de Leitura: |
AZEVEDO NETTO, D. T. A questão fundiária. Seminário Brasileiro Preparatório para a Conferência Habitat II - Processo de urbanização: diagnóstico global, 1995, Belo Horizonte. In: Relatório nacional brasileiro. Brasília: Ministério das Relações Exteriores, Divisão de Temas Sociais, 1995. BONDUKI, Nabil (org.). Habitat: as práticas bem-sucedidas em habitação, meio ambiente e gestão urbana nas cidades brasileiras. São Paulo: Studio Nobel, 1996. CAVALCANTI, C. (org.). Meio ambiente, desenvolvimento sustentável e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 1997. CIDADES sustentáveis - memória do encontro preparatório. São Paulo: Secretaria de Estado de Meio Ambiente, 1992.DESENVOLVIMENTO local integrado e sustentável; documento base e catálogo de experiências. Brasília: Comunidade Solidária/Ipea, 1998. Cidades sustentáveis: subsídios à elaboração da Agenda 21 brasileira / Maria do Carmo de Lima Bezerra e Marlene Allan Fernandes (coordenação-geral). - Brasília: Ministério do Meio Ambiente; Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis; Consórcio Parceria 21 IBAM-ISER-REDEH, 2000 ENCONTRO PREPARATÓRIO-SEMINÁRIO CIDADES SUSTENTÁVEIS, 1, 1997. São Paulo. Textos. São Paulo: SMA, 1997. MOTTA, Diana Meirelles da; MUELLER, Charles Curt; TORRES, Marcelo de Oliveira. A dimensão urbana do desenvolvimento econômico-espacial brasileiro. Brasília: Ipea, 1997 (Texto para Discussão, 530). PAES, Tadeu Dias; WESTPHAL, Márcia Faria (orgs.). Capela saudável: Gestão de políticas públicas integradas e participativas. São Paulo: Edusp, 2006 POR um transporte sustentável: documento de discussão pública. São Paulo: Secretaria de Estado de Meio Ambiente, 1997. RESPONSABILIDADE municipal: como fazer saneamento no seu município. Brasília: Assemae, 1997. SEMINÁRIO DEGRADAÇÃO AMBIENTAL E VULNERABILIDADE URBANA, 1992, Rio de Janeiro. Em busca do desenvolvimento urbano sustentável - o caso do Rio de Janeiro; anais... Rio de Janeiro: Prefeitura Municipal/FBCN, 1993. SEMINÁRIO CIDADES SUSTENTÁVEIS, 1997, São Paulo; anais... São Paulo: Secretaria Estadual de Meio Ambiente, 1997.
|
|
|